Todos os dias mais amanhã
Para...
(foda-se esqueci-me do nome).
« Se por vezes dispensasses do teu miserável tempo a conhecer a tua pessoa irias chegar à conclusão de que não terias tempo para julgar os outros...»
Foda-se pá onde é que meteste aquilo? Estou lixado com esta merda. Tenho pressa, despacha-te. Já vai caralho, escusas de ser tão estúpido. Besta. O que é que disseste? Não ouvi bem. Nada, nada. Olha vou bazar e vê lá se não tripas tá bem? Senão... Sim vai-te já embora, quem precisa de ti? Tu saturas-me pá. TCHAU. Tchau. A sala era pequena, tão pequena que não mais que uma pequena poltrona lá coubesse mas ela lá estava, feliz na sua ignorância. Hum se a ignorância é tão má porque é que todos são felizes se simplesmente ignorarem. Continuando, lá estava ela sentadinha na sua poltrona sorridente sem saber o que se passa naquele mundo que transcende as paredes da sua pequena sala. Um mundo misterioso onde o dinheiro é tudo, ou quase tudo pelo menos. Um mundo... e que mundo, tinha tudo e ao mesmo tempo nada, para ela aquela sala era o mundo, tinha lá tudo o que sempre viu. Não houve evolução, para além daquela sala, daquela poltrona, daquela TV, daquele ar estagnado e fétido, nada. Caralho agora é a televisão que não trabalha. Vá-lá liga-te merda. Estou fodida com isto. Depois de uns quantos biqueiros aquilo lá ligou, digamos apenas que sobreviveu, mas aquelas ligações manhosas com papel de alumínio, sim aquele de embrulhar as sandes e essas cenas, a sustentar. Aquilo ligava mas qualquer dia... booom! bochecho, e depois o que é que ela fazia ali. E a vida continua, vazia, sem sentido, sem sabermos que direcção tomar e se realmente tomamos alguma. O que é a vida? Uns dizem que é tudo ourtos que é nada. Talvez só para contrariar num esforço inútil de serem diferentes. Decidam-se. Ainda há quem diga, muito filosóficamente, que a vida é um sonho a caminho da morte. Bem, se ninguém antes o disse então digo eu. Pessoalmente gosto desta prespectiva. A ideia da imortalidade da alma no modo em que cada vez que sonhamos damos vida a um ser e, ao morrermos somos apenas o despertar doutro entrando assim numa cadeia interminável. Timer 00:30. Este filme é bué louco. Timer 02:00. E mais ou menos 20 minutos depois... ZzzzzzZZzzzZzZZzZZzZZzZZZZzZZz.
(foda-se esqueci-me do nome).
« Se por vezes dispensasses do teu miserável tempo a conhecer a tua pessoa irias chegar à conclusão de que não terias tempo para julgar os outros...»
Foda-se pá onde é que meteste aquilo? Estou lixado com esta merda. Tenho pressa, despacha-te. Já vai caralho, escusas de ser tão estúpido. Besta. O que é que disseste? Não ouvi bem. Nada, nada. Olha vou bazar e vê lá se não tripas tá bem? Senão... Sim vai-te já embora, quem precisa de ti? Tu saturas-me pá. TCHAU. Tchau. A sala era pequena, tão pequena que não mais que uma pequena poltrona lá coubesse mas ela lá estava, feliz na sua ignorância. Hum se a ignorância é tão má porque é que todos são felizes se simplesmente ignorarem. Continuando, lá estava ela sentadinha na sua poltrona sorridente sem saber o que se passa naquele mundo que transcende as paredes da sua pequena sala. Um mundo misterioso onde o dinheiro é tudo, ou quase tudo pelo menos. Um mundo... e que mundo, tinha tudo e ao mesmo tempo nada, para ela aquela sala era o mundo, tinha lá tudo o que sempre viu. Não houve evolução, para além daquela sala, daquela poltrona, daquela TV, daquele ar estagnado e fétido, nada. Caralho agora é a televisão que não trabalha. Vá-lá liga-te merda. Estou fodida com isto. Depois de uns quantos biqueiros aquilo lá ligou, digamos apenas que sobreviveu, mas aquelas ligações manhosas com papel de alumínio, sim aquele de embrulhar as sandes e essas cenas, a sustentar. Aquilo ligava mas qualquer dia... booom! bochecho, e depois o que é que ela fazia ali. E a vida continua, vazia, sem sentido, sem sabermos que direcção tomar e se realmente tomamos alguma. O que é a vida? Uns dizem que é tudo ourtos que é nada. Talvez só para contrariar num esforço inútil de serem diferentes. Decidam-se. Ainda há quem diga, muito filosóficamente, que a vida é um sonho a caminho da morte. Bem, se ninguém antes o disse então digo eu. Pessoalmente gosto desta prespectiva. A ideia da imortalidade da alma no modo em que cada vez que sonhamos damos vida a um ser e, ao morrermos somos apenas o despertar doutro entrando assim numa cadeia interminável. Timer 00:30. Este filme é bué louco. Timer 02:00. E mais ou menos 20 minutos depois... ZzzzzzZZzzzZzZZzZZzZZzZZZZzZZz.

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